Buraco da camada de ozônio ou efeito estufa.
O que é isto?
Dirão os antigos Senhores:
- Não jogar papel no chão,
- Não soltar balões,
- Não jogar pilha eletroquímica pela rua,
- Não cortar árvores,
- Não capturar pássaros silvestres,
- Não jogar garrafas plásticas nos córregos, estas já têm endereço certo: a reciclagem, que, poderá lhe dar um excelente retorno.
Mudar essa mentalidade é dever de todos nós, afinal, vivemos aqui neste planeta que é nosso. Se é nosso, vamos então caminhar juntos fiscalizando-o com a mesma determinação, com a mesma responsabilidade pela luta constante e pela guarda da maior riqueza ambiental, pois, é nosso direito, nosso dever e obrigação.
Não esqueçamos também dos acordos internacionais para a proteção do meio ambiente como a convenção de Genebra em 1979, o protocolo de Helsinque em 1987, o protocolo assinado em 1988 em Sofia, o de Genebra em 1991, e, finalmente, o protocolo de Kioto de 1997 criado no Japão, que impõe a redução das emissões de gases, responsáveis pelo aumento do efeito estufa, fenômeno atmosférico natural e necessário à manutenção da vida na terra.
Mas, é bom lembrar, que em 1854 o cacique índio Norte-americano Seattle, Estado de Washington, através de uma carta dirigida ao presidente americano, fez a mais bela e profunda declaração sobre o meio ambiente quando naquela oportunidade, o então presidente dos Estados Unidos, Sr. Franklin Pierce, ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Abaixo, parte do texto da citada declaração:
“O grande chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra.
Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é nos estranha se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água. Como então podes comprá-los?
Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho. Esta terra é para nós sagrada. Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Os rios são nossos irmãos, eles apagam a nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossos filhos. O ar é precioso, porque todas criaturas respiram em comum – os animais, as árvores e o homem. O vento que deu ao nosso bisavô o seu primeiro sopro de vida, também recebe o seu último suspiro. E, se te vendermos nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento adoçado com fragrância de flores campestres.”
Jacy Moreira da Silva
Cidadão comunitário do Gradim
Amigo das escolas
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